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CIF - Candidatura Integrada

A Candidatura Integrada de Formação (CIF) está prevista no art. 24º do Decreto Regulamentar n.º 84-A/2007 e consiste num conjunto estruturado de acções de carácter formativo, promovido e coordenado pelos parceiros sociais com assento na Comissão Permanente de Concertação Social, desde que realizada por estes e ou por organizações sectoriais e regionais suas associadas, com recurso a estruturas de formação certificadas.

A sua primeira edição foi em 1997 com 14 associações e tendo tido sempre uma tendência de crescimento, este projecto da CCP encontra-se actualmente na sua 8ª edição a desenvolver durante o biénio 2010-2011 com 41 associações e um volume de formação aprovado de 1.666.190 horas dirigido a empregados e desempregados do sector, enquadráveis em 8 tipologias de formação financiadas pelo POPH.


Este projecto permitirá:

  • O acesso a itinerários formativos de áreas profissionais, onde há escassez de recursos humanos;
  • Uma oferta educativa e profissional para adultos pouco qualificados;
  •  A redução do défice de qualificação escolar e profissional da população, potenciando assim, as suas condições de empregabilidade;
  • A satisfação das necessidades detectadas na população que integra os inscritos, encaminhados dos CNO’s das associações e das várias regiões envolventes;
  • A criações de quadros técnicos nas áreas dos cursos propostos conforme o provam os Estudos de Necessidades de Formação Profissional e os Diagnósticos de Necessidades recentemente efectuado pelas associações intervenientes;
  • A incrementação do grau de competitividade empresarial, social e pessoal das várias regiões.
  • Actualizar e aprofundar conhecimentos de forma a ajustar/adaptar os saberes às necessidades da empresa, do trabalho e da sociedade;
  • Elevar os níveis de qualificação dos activos garantindo-lhes o acesso a módulos de formação de curta duração, capitalizáveis, com vista à obtenção de uma qualificação correspondente a uma determinada saída profissional;
  • Aprofundar e desenvolver competências técnicas, sociais e relacionais;
  • Actuar preventivamente sobre o fenómeno de desemprego, potenciado pela escassa qualificação e formação dos activos empregados;
  • Ajustar as qualificações dos activos às necessidades do mercado de trabalho;
  • Potenciar a adaptação às transformações tecnológicas e organizacionais;
  • Promover melhores condições de trabalho, no seio das organizações e o desenvolvimento de sectores de actividade considerados estratégicos, no plano sócio-económico.