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CIF - Candidatura Integrada de Formação

A Candidatura Integrada de Formação (CIF)  está prevista no art. 16º do Decreto-Lei n.º 159/2014, de 27 de Outubro e consiste num conjunto estruturado de acções de carácter formativo, promovido e coordenado pelos parceiros sociais com assento na Comissão Permanente de Concertação Social, desde que realizada por estes ou por organizações sectoriais e regionais suas associadas, com recurso a estruturas de formação certificadas.

A sua primeira edição foi em 1997 com 14 associações, tendo tido sempre uma tendência de crescimento, sendo que na sua última edição, contou com a participação de 51 associações e um volume de formação de 2.456.690 horas, dirigido a empregados e desempregados do sector. 

É expectável que no presente ano, a CCP dê início à 9ª edição da CIF, no âmbito das tipologias de formação relacionadas com as Formações Modulares Certificadas.


Este projecto permitirá:

  • O acesso a itinerários formativos de áreas profissionais, onde há escassez de recursos humanos qualificados;
  • Uma oferta educativa e profissional para adultos pouco qualificados;
  • A redução do défice de qualificação escolar e profissional da população, potenciando assim, as suas condições de empregabilidade;
  • A satisfação das necessidades formativas detectadas na população, nomeadamente daqueles que são encaminhados dos CQEP’s e das várias regiões envolventes;
  • A incrementação do grau de competitividade empresarial, social e pessoal das várias regiões;
  • Actualizar e aprofundar conhecimentos de forma a ajustar/adaptar os saberes às necessidades da empresa, do trabalho e da sociedade;
  • Elevar os níveis de qualificação dos activos garantindo-lhes o acesso a módulos de formação de curta duração, capitalizáveis, com vista à obtenção de uma qualificação correspondente a uma determinada saída profissional;
  • Aprofundar e desenvolver competências técnicas, sociais e relacionais;
  • Actuar preventivamente sobre o fenómeno de desemprego, potenciado pela escassa qualificação e formação dos activos empregados;
  • Ajustar as qualificações dos activos às necessidades do mercado de trabalho;
  • Potenciar a adaptação às transformações tecnológicas e organizacionais;
  • Promover melhores condições de trabalho, no seio das organizações e o desenvolvimento de sectores de actividade considerados estratégicos, no plano socioeconómico.